29 Janeiro 2008

Pra quê Experiência, Montei Uma Agência - Parte 1

Ainda na universidade tínhamos o pensamento empreendedor de abrir uma agência de publicidade. Eu, na época um estudante de jornalismo metido a publicitário, pagava algumas cadeiras de publicidade para não ficar de fora das “festas criativas” que aconteciam na sala ao lado. Meus, hoje sócios, eram normais e estudavam publicidade na mesma universidade. Nos conhecemos numa carona que ofereci para eles, logo veio a afinidade e amizade. Pronto, daí foi um passo para fazermos trabalhos juntos e descobrirmos que o trio dava certo. Jovens e sonhadores (ainda somos), a partir dos bons trabalhos que fazíamos e dos elogios dos professores, começamos a arquitetar nosso futuro como empresários. A gente nem sabia das “porradas” que vinham pela frente... Calma, não é para desanimar, mas quero dividir com os publicitários e universitários da área um pensamento: não é fácil no começo, não é fácil no decorrer dos anos e no momento em que eu estava escrevendo este texto continuava não sendo fácil. Traduzindo para o popular, é difícil mas é bom. Nossa profissão é instável e complexa mesmo.

Pois bem, a primeira coisa que se pensa quando se quer abrir uma empresa, obviamente, é a marca.
Resumindo o processo de confecção da marca para não ficar chato: na falta de criatividade fizemos o que a maioria faz com as iniciais dos sócios. No nosso caso :Adauto e Alessandra ao quadrado e Daniel, tendo como resultado a A²D Comunicação.

Marca feita, estamos há 3 anos na luta. Parece pouco, mas aconteceu cada coisa... Apesar do pouco tempo, aprendemos muito e percebemos na prática que a teoria também ajuda. No decorrer dos textos contarei as duras e engraçadas histórias dos desbravadores da A2D. É “A” 2 (numeral) “D”. Esta é a técnica que criamos para dizer o nome da agência pela primeira vez a alguém. Isso sim é criatividade.. Que diga nossos contatos por telefone.

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